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    A Esquerda a história e o estupro

     

    “Pequena filha no colchão
    Morta. Tantos e tantos estiveram nele
    Pelotão, ou talvez até companhia?”

    Alexandre Soljenitsin, Nobél da literatura – As noites da Prússia.

    Nos últimos dias, sua Timeline do Facebook e do Twitter deve ter sido invadida por dezenas de posts de pessoas com alinhamento esquerdista. Obviamente simpatizantes de coletivos e ideologias pós modernas. Estas mesmas pessoas adoram falar sobre a história. Por isso este artigo vai falar um pouco sobre a história dessa ideologia que prega o amor e a justiça.

    Em 2013, um artista Polonês fez uma escultura onde um soldado soviético estupra uma mulher grávida. O nome da Obra é Komm Frau (Venha cá, mulher!) e foi colocada junto de uma estátua em homenagem aos guerreiros comunistas. Esse ato causou diversos debates e reclamações de historiadores e amantes da ideologia e posteriormente foi retirada.
    Não é segredo para ninguém que o início da segunda guerra foi a invasão Polonesa onde aAlemanha e a URSS invadiram a Polônia.
    Na Polônia desde 2010 o comunismo e todos os seus símbolos foram Proibidos, devido as atrocidades que eles sofreram com a invasão vermelha.

    Somente na Alemanha DOIS MILHÕES de mulheres segundo o historiador William Hitchcock, foram estupradas por soviéticos. Alguns documentos oficiais incentivavam os estupros de mulheres por soldados.
    Um dos fatos foi narrados pelo livro do oficial soviético Vladimir Gelfand:
    “Com horror em seus rostos, elas me disseram o que tinha acontecido na primeira noite da chegada do Exército Vermelho, escreveu.
    Eles cutucaram aqui a noite toda, explicou a bela garota alemã, levantando a saia. ‘Eles eram velhos, alguns estavam cobertos de espinhas e todos eles montaram em mim e me cutucaram – não menos do que 20 homens. Ela começou a chorar.
    Eles estupraram minha filha na minha frente e eles ainda podem voltar e estuprá-la de novo, disse a pobre mãe. Este pensamento deixou todas aterrorizadas.”

    Outro Relato agora de Gabriele Köpp:

    (…)Fugindo chegou à uma aldeia, onde foi encontrada por um soldado soviético, que vasculhava com uma grande lanterna nas mãos, na procura de mulheres. Isso foi apenas a primeira violação.

    A jovem se escondeu em uma casa, onde foi encontrada por um outro soldado e também violada. Após isso, ela foi violada por mais um soldado. No dia seguinte, dois soldados a puxaram para o coral, onde a violaram. Na parte da tarde, ela entrou em um quarto, cheio de mulheres – refugiadas, mas de lá foi levada primeiramente pelos soldados, depois pelo oficial.

    Todo este inferno durou duas semanas certas, 14 dias.(…)

    O Documentário abaixo conta um pouco do inferno que estas mulheres passaram nas mãos do exército vermelho:

       

     

    Joseph Stalin Líder soviético incentivava os soldados a estuprarem mulheres , segundo o livro Segunda Guerra Mundial: De portas fechadas, o historiador Laurence Rees assinala que, embora o estupro era oficialmente um crime no Exército Vermelho, de fato, Stalin tolerava explicitamente como um método de recompensar os soldados e aterrorizando os civis alemães .
    Stalin disse que as pessoas devem “compreender se um soldado que tem atravessado a milhares de quilômetros através do sangue e fogo e morte se diverte com uma mulher ou toma alguma bobagem ‘.
    Em outra ocasião, quando disse que soldados do Exército Vermelho sexualmente violentava refugiados alemães, ele disse: “Nós exigimos demais de nossos soldados ;deixá-los ter a sua iniciativa. “
    Enquanto Stalin tolerada estupro como um instrumento de política militar do estado, o seu chefe de polícia Lavrenti Beria era um estuprador em série.
    Um diplomata americano, guarda-costas de Beria e da atriz russa Tatiana Okunevskaya deu testemunho de seus métodos de pegar as mulheres na rua e empurrando-as em sua limusine e, em seguida, na sua cama. Ele dizia: “Você está em meu poder agora. Então, pense sobre isso e agir em conformidade. “

    Mais de 100 meninas em idade escolar e jovens mulheres foram drogadas e estupradas pelo homem que dirigia o NKVD, precursora temido à KGB. No estupro de população feminina, em Berlim – qualquer uma entre as idades de 13 e 70 estava em perigo – foi um período Cruel.
    Não muito diferente era na China onde Mao estuprava meninos e meninas conforme descrito no livro de Li Zhisui um dos médicos de Mao, The Private Life of Chairman Mao

    O Comunismo foi responsável pelo maior estupro coletivo da história, aliás, nem pode ser chamado de coletivo e sim do maior estupro em massa da história. E hoje vejo mulheres defendendo essas ideologias, é lamentável.

    Obs: Esse artigo não ignora que houve estupros em todas as guerras, mas eram casos isolados e não uma tática de Guerra ideológica.



     







    Portugiesisch

    Die Linke, die Geschichte und die Vergewaltigung


      

      

    "Kleine Tochter im Bett 
    Tot. So viele und so waren viele in ihm 
    Kader, oder vielleicht Unternehmen? " 
    Alexander Solschenizyn, Literaturnobelpreisträger – Ostpreußische Nächte.  

     

    In den letzten Tagen wurde die Timeline von Facebook und Twitter von Dutzenden Beiträgen linker Nutzer überschwemmt – offensichtlich ein kollektives Vorgehen von Anhängern postmoderner Ideologien. Diese Menschen sprechen oft leidenschaftlich über Geschichte. Deshalb wird dieser Artikel der Geschichte jener Ideologie gewidmet sein, die von Liebe und Gerechtigkeit predigt.

    Im Jahr 2013 schuf ein polnischer Künstler eine Skulptur, die einen sowjetischen Soldaten zeigt, der eine schwangere Frau vergewaltigt. Der Titel des Werks lautet Komm Frau! (Komm her, Frau!) und es wurde als Reaktion auf ein Denkmal zu Ehren der kommunistischen Kämpfer errichtet. Diese Skulptur löste intensive Debatten aus und stieß bei Historikern und Verteidigern kommunistischer Ideale auf heftigen Widerspruch, bevor sie schließlich entfernt wurde.

    Es ist kein Geheimnis, dass der Beginn des Zweiten Weltkriegs von der Invasion Polens durch Deutschland und die Sowjetunion geprägt war. Seit 2010 sind in Polen der Kommunismus und alle seine Symbole verboten – ein Ergebnis der erlittenen Gräueltaten während der roten Besatzung.

    Laut dem Historiker William Hitchcock wurden allein in Deutschland zwei Millionen Frauen von sowjetischen Soldaten vergewaltigt. Offizielle Dokumente zeigen, dass es sogar Aufrufe zur Vergewaltigung von Frauen durch Soldaten gab.

    Eine der erschütternden Tatsachen wird im Tagebuch des sowjetischen Offiziers Wladimir Gelfand beschrieben:

    „Mit Entsetzen auf ihren Gesichtern erzählten sie mir, was in der ersten Nacht nach der Ankunft der Roten Armee geschehen war“, schrieb er.
    „Die ganze Nacht über wurden sie hier misshandelt“, erklärte ein schönes deutsches Mädchen und hob ihren Rock. „Sie waren alt, einige mit Pickeln bedeckt, und alle legten sich auf mich – nicht weniger als zwanzig Männer. Ich fing an zu weinen.
    Sie vergewaltigten meine Tochter vor meinen Augen und könnten jederzeit zurückkommen, um sie erneut zu vergewaltigen“, sagte die verzweifelte Mutter. Dieser Gedanke versetzte alle in Angst."

    Ein weiterer Bericht stammt von Gabriele Köpp:

    *(...) Auf der Flucht gelangte sie in ein Dorf, wo sie von einem sowjetischen Soldaten mit einer großen Taschenlampe auf der Suche nach Frauen entdeckt wurde. Dies war nur die erste Vergewaltigung.
    Sie versteckte sich in einem Haus, wurde jedoch von einem anderen Soldaten gefunden und erneut misshandelt. Danach wurde sie von einem dritten Soldaten vergewaltigt. Am nächsten Tag zogen zwei Soldaten sie in einen Schuppen, wo sie wieder vergewaltigt wurde.
    Am Nachmittag wurde sie in einen Raum voller Flüchtlingsfrauen gebracht, doch auch dort begannen die Übergriffe erneut.
    Diese Hölle dauerte etwa vierzehn Tage. (...) *

    Die unten stehende Dokumentation beleuchtet einen Teil dieses Alptraums, den viele Frauen in den Händen der Roten Armee erleiden mussten:

       

       

    Joseph Stalin, der Führer der Sowjetunion, soll seine Soldaten dazu ermutigt haben, Frauen zu vergewaltigen. In dem Buch Der Zweite Weltkrieg: Hinter verschlossenen Türen stellt der Historiker Laurence Rees fest, dass Vergewaltigung in der Roten Armee zwar offiziell als Verbrechen galt, Stalin diese jedoch faktisch tolerierte – als eine Methode, um Soldaten zu belohnen und die deutsche Zivilbevölkerung zu terrorisieren.

    Stalin soll gesagt haben, man müsse „verstehen, wenn ein Soldat, der Tausende Kilometer durch Blut, Feuer und Tod marschiert ist, sich mit einer Frau vergnügt oder sich etwas aneignet“.
    Bei einer anderen Gelegenheit, als er mit Berichten über die Vergewaltigung deutscher Flüchtlingsfrauen durch Rotarmisten konfrontiert wurde, bemerkte Stalin: „Wir verlangen zu viel von unseren Soldaten, wenn wir ihnen die Initiative nehmen.“

    Während Stalin Vergewaltigungen als ein militärisches Instrument stillschweigend duldete, war sein Polizeichef Lawrenti Beria selbst ein berüchtigter Serienvergewaltiger.
    Ein amerikanischer Diplomat sowie Berias Leibwächter und die russische Schauspielerin Tatjana Okunevskaja berichteten unabhängig voneinander, dass Beria Frauen auf den Straßen aufgreifen ließ. Diese wurden in seine Limousine gezwungen und anschließend vergewaltigt. Er pflegte zu sagen: „Sie sind jetzt in meiner Macht. Überlegen Sie sich gut, wie Sie sich verhalten.“

    Mehr als 100 Mädchen und junge Frauen im schulpflichtigen Alter wurden von Beria unter Drogen gesetzt und vergewaltigt, während er das NKWD, den Vorläufer des gefürchteten KGB, leitete.

    In Berlin, wo Frauen im Alter von 13 bis 70 Jahren der Gefahr sexueller Gewalt ausgesetzt waren, herrschte eine Zeit grausamer Verbrechen.
    Dieses Verhalten unterschied sich kaum von den Ereignissen in China, wo – laut dem Buch Das Privatleben des Vorsitzenden Mao von Li Zhisui, Maos persönlichem Arzt – ebenfalls systematische Vergewaltigungen durch Mao und seine Gefolgsleute stattfanden.

    Der Kommunismus war verantwortlich für eine der größten Massenvergewaltigungen der Geschichte. Obwohl er sich als kollektive Ideologie präsentierte, hinterließ er eine Spur extremer individueller Gewalt.
    Es ist erschütternd, dass heutzutage noch Frauen diese Ideologien verteidigen.

    Hinweis: Dieser Artikel erkennt an, dass Vergewaltigungen in allen Kriegen vorkamen. In den meisten Fällen handelte es sich jedoch um Einzelfälle – nicht um eine bewusste Kriegstaktik, wie es hier der Fall war.